A expressão popular “de boas intenções o inferno está cheio” possui grande relação com o mundo de negócios. É comum empreendedores, crentes da viabilidade de suas ideias, se depararem com um mercado altamente competitivo e diversificado de modo que seus projetos não atinjam o sucesso sonhado. Segundo o IBGE, 6 de cada 10 empresas não sobrevivem após cinco anos de atividade.

Viabilidade Econômica-financeira em Brasília

O que leva uma empresa a falência?

Em grande parte dos casos, a falência não se deve à falta de qualidade da ideia. Walt Disney, antes de criar seu internacionalmente famoso mundo do entretenimento, foi demitido em diversos trabalhos com companhias cinematográficas e até mesmo seu primeiro negócio faliu anos mais tarde. Histórias semelhantes se repetem com famosos empresários como Steve Jobs, Warren Buffet, Richard Branson, Edimilson Amorim e tanto outros.

Apesar de cada uma das crises terem causas específicas e particulares, há algo de comum em todas elas: houve frustração entre as expectativas dos empreendedores e a realidade do mercado. Isso porque há tantas variáveis para a consolidação de um negócio que o entusiasmo inicial da criação se perde em meio ao amontado de dados, tendências e premissas.

Como evitar surpresas?

Através de um estudo criterioso e consistente dos fatores que interferem na rentabilidade de um projeto. A Viabilidade Econômico-financeira possui, essencialmente, tal propósito. Através das análises macro e microeconômicas bem como de planilhas financeiras, é possível caracterizar o negócio como viável. Mais do que isso, é possível quantificar a viabilidade a partir dos indicadores contábeis, de maneira a discriminar, por exemplo, o tempo de retorno do investimento, o quanto é retornado a cada real investido e seu custo de oportunidade.

Na primeira análise, estuda-se a economia em sua forma agregada, ou seja, os dados econômicos como PIB, IPCA, taxa de emprego e suas tendências futuras. Tais medidas ilustram o contexto econômico geral de modo que revela a possibilidade de a demanda, pelo projeto, existir e crescer ao longo do tempo. Para que essa apreciação tenha efetividade, analisa-se a economia nacional, regional (comparando-a com a primeira) e o setor no qual o negócio ingressaria.

Na segunda análise, define-se os principais fatores que interferem diretamente na empresa, tal como a localização e a concorrência. É determinado, também, o próprio público-alvo e estratégias para sua conquista, parte fundamental para o sucesso de qualquer atividade produtiva. A partir da determinação destas variáveis, pode-se observar as vantagens comparativas, uma necessidade que o negócio atende em discordância dos demais. Com as duas análises feitas, é possível realizar as projeções de receita, despesa, investimento, estrutura de custos, fluxo de caixa e demais indicadores através dos quais é possível determinar a viabilidade.

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